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domingo, 27 de março de 2011

Mensagem no Facebook

 Domingo, já acordo pensando nas provas que tenho a corrigir. Penso nas questões abertas, em como aproveitá-las, acrescentando observações, possibilidades de reflexão para os meus alunos. 
Abro o Facebook para me distrair um pouco, enquanto penso na melhor forma de fazer o trabalho. No post de uma amiga, professora como eu só que do ensino fundamental, vejo a frase abaixo:   Nesta noite (ou manhã, ou tarde), em algum lar, um(a) professor(a) está preparando a aula para seu filho na escola, enquanto você trabalha ou assiste TV. Neste mesmo minuto, professores do mundo todo estão usando seu “tempo livre”, muitas vezes gastando do seu próprio bolso, para a educação, prosperidade e futuro do seu filho. Não posso deixar de pensar o quanto ela é verdadeira; não posso deixar de pensar o quanto temos nas mãos a responsabilidade de motivar, de despertar o desejo pela auto aprendizagem e como esse trabalho é sem fim, sem hora para acontecer. 
Ao mesmo tempo penso em como é inútil nosso trabalho, porque se o "aluno", não desejar, o conhecimento não acontece. A cada aula - ou cada encontro - um momento de suspense: vou conseguir criar um ambiente propício para a aprendizagem? Vou conseguir comunicar tudo o que pensei e planejei? São esses, alguns dos dilemas do professor ao entrar em uma sala de aula - pequeno tempo diante do tanto que já foi trabalhado, preparado.
Reflexões de um professor.

2 comentários:

Wilton disse...

Eu consigo entender dessa sua dúvida, pois a minha esposa é professora e também já me questionou sobre este assunto e digo a você professor o mesmo que disse a ela:
Faça o seu trabalho com muita dedicação e amor, que os seus alunos serão motivados por ele.

Dênio Mágno disse...

Pois é, tenho procurado - como dizem os jogadores de futebol - "dar tudo de si" para alcançar bons resultados. Temos mesmo é que seguir em frente, criando, criando e criando novas formas de apoiar o aluno na sua busca por conhecimento. Obrigado pelo comentário.